Skip to Store Area:

Magento Commerce

0 Items - R$ 0,00

Site de Busca
  • EPISOL OIL FREE FPS30 BISNAGA 120G
  • ANTHELIOS AE FPS 30 GEL CREME 50ML
  • ANSOLAR DAILY USE GEL CR FPS30 60G
  • SUNMAX SENSITIVE FPS30 60G
  • INNEOV FERMETE 60 CPS

Blog Ligmed

Cuidados Com os Pés

Não basta, apenas, visitar a pedicura. É importante ter cuidados diários com os pés. Não só está a contribuir para que fiquem impecáveis no Verão, quando usa sandálias, mas também a contribuir para o seu bem-estar!

Eis alguns cuidados que deve ter em conta, todos os dias:

Lixe os pés
A pele dos pés é mais espessa e resistente do que a de outras áreas do corpo, por isso facilmente a sola fica com calosidade e células mortas. Assim, para retirar o excesso de calosidade deve limar, semanalmente, a região dos calcanhares e a sola com uma lima própria para os pés ou com uma pedra-pomes. A melhor altura para limar os pés é depois do banho, já que a pele está mais mole.

Pés macios
Para amolecer a pele dos pés deixe-os de molho, durante dez minutos, em água morna com vinagre (para cada litro de água acrescente meio copo de vinagre). De seguida, massageie os pés com óleo de amêndoas ou com um creme hidratante. Faça isto uma ou duas vezes por semana.
Esta é também uma boa altura para limar os pés e as unhas, mas antes de massagear os pés com o creme.

Unhas impecáveis
Corte as unhas de quinze em quinze dias, de preferência depois do banho. Use um alicate ou uma tesoura para as cortar. Também pode simplesmente apará-las com uma lima, sobretudo se for regularmente à pedicure. Não deve cortar demasiado as unhas nem deixá-las muito compridas. O fato de estarem muito compridas contribui para a acumulação de resíduos e sujidade; e se as cortar demasiado pode correr o risco de lhe encravar uma unha.

Cuidado com a cutícula
Para ter umas unhas apresentáveis, o ideal é empurrar a cutícula cuidadosamente com uma espátula própria. O excesso de pele pode ser removido com o alicate, mas tem de ter muito cuidado, pois pode correr o risco de ter uma inflamação. Se não estiver habituada a retirar o excesso de pele, depois de empurrar a cutícula, o melhor é deixar esta tarefa para a pedicure.

Lave os pés
Lave muito bem os pés! Não basta deixar que escorra a água enquanto toma um banho. Deve passar com a esponja entre os dedos. Depois do banho, é importante secar muito bem os pés, pois a umidade acumulada pode dar origem a micoses.

Protetor solar
Na praia, coloque protetor solar nos pés. Apesar de terem uma pele mais resistente, não devem de forma alguma ser esquecidos. Além de evitar que a pele fique ressequida, está igualmente a prevenir o cancro de pele.

Calos: o que fazer?
O uso de sapatos apertados, não arejados e de salto alto facilita o aparecimento de calos. Estes devem ser retirados por uma especialista. Mas, a calosidade que costuma aparecer na zona dos calcanhares e na sola dos pés não passa de uma reação natural da pele ao atrito causado pelo andar, pela má postura ou pelo uso de certo tipo de calçado. Para atenuar esta calosidade, deve limar os pés, corrigir a postura e usar calçado confortável. Se não fizer nada, a calosidade acumula, o que é pior.

"A LIGMED ADVERTE, CONSULTE SEMPRE O SEU MÉDICO"

Produtos para auxiliar no cuidados com os pés, você encontra aqui: http://www.ligmed.com.br/cuidados-pessoais/cuidado-para-os-pes.html

Fonte: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias.php?noticiaid=14012&assunto=Beleza

1 Comments | Posted in News By Mauricio Carvalho

Controle da Hitertesão Garante Qualidade de vida!

A hipertensão arterial, mais conhecida como pressão alta, é uma das doenças mais freqüentes em todo o planeta. Um em cada cinco brasileiros é portador deste distúrbio. Hoje, sabe-se que a doença é mais comum em pessoas com idade superior a 50 anos, mas dados comprovam que não existe idade para seu início, uma vez que o estilo de vida e o estresse interferem na incidência da doença. Na maioria dos casos, a hipertensão arterial aparece de forma gradativa, silenciosamente, ou seja, não é observado qualquer sintoma pela pessoa. No entanto, quando eles ocorrem, podem ser vagos e confundidos com outras doenças, como dor de cabeça, tonturas e cansaço, ou até com sintomas mais intensos, como enjôos, falta de ar e sangramentos nasais. O problema é que com o tempo, as conseqüências da pressão alta podem surgir e ser bastante graves.

A hipertensão ocorre quando os níveis da pressão estão acima dos valores de referência para a população em geral. Esses valores são estipulados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia como consenso. “Apesar do valor normal de pressão arterial ser entendido como em torno de 120x80 mmHg, variando pouco de pessoa a pessoa, considera-se alteração de pressão quando os valores são superiores a 140x90 mmHg”, explica a médica Lise Bocchino, chefe do serviço de cardiologia do Hospital Pilar.

Qualquer pessoa pode apresentar, esporadicamente, níveis de pressão arterial acima desses índices sem que seja considerado hipertenso. Isto pode ocorrer, por exemplo, em situações de atividade física mais forte, se tornando uma resposta normal e necessária do organismo como adequação ao esforço, devendo voltar ao normal poucos minutos após a sua interrupção.

Porém, não deve ultrapassar os limites também estipulados pelas entidades de saúde. O limite individual deve ser avaliado por especialistas da área. “Somente a manutenção de níveis permanentemente altos em múltiplas medições, em diferentes horários, em várias posições e condições (repouso, sentado, deitado, em pé e em situações de esforço) caracteriza uma hipertensão arterial”, afirma a cardiologista. De acordo com Lise Bocchino, a medição da pressão arterial deve ser realizada apenas com aparelhos confiáveis, devidamente calibrados e por profissionais habilitados, sendo fundamental  para um diagnóstico correto. 

Monitoração

Quando uma medida, mesmo eventual, de pressão arterial estiver acima do normal, deve-se procurar um médico.

O diagnóstico deve ser confirmado pela medida da pressão em várias condições ao longo do dia. “Como nem sempre é possível que todas estas avaliações sejam feitas por profissionais habilitados e em equipamentos confiáveis, é importante seu médico solicitar que você realize alguns exames, como os de laboratório, eletrocardiograma, teste de esforço, ecocardiograma e principalmente um exame chamado de monitoração ambulatorial da pressão arterial (MAPA)”, recomenda a especialista.

Esta monitoração consiste na colocação de um aparelho de medição de pressão a um monitor portátil (menor que um telefone celular) que registra todas as medidas realizadas em 24 horas, em períodos pré-estabelecidos (em média de 20 em 20 minutos). O paciente vai anotando em um formulário especial suas atividades no período, além de eventuais sintomas, que serão avaliados posteriormente junto à análise das medidas por um médico cardiologista.   

Doença silenciosa

Como tem início lento e progressivo, é fundamental o controle periódico sob supervisão médica, para que sejam evitadas lesões em órgãos-alvo (confira no box). Vale lembrar que onde há vasos sanguíneos podem ocorrer alterações importantes, como impotência sexual, diminuição da audição, insuficiência das artérias das pernas e pescoço (carótidas). “É o que se chama de comprometimento sistêmico, ou seja, de todo o organismo”, alerta a cardiologista.

Em mais de 95% dos casos, a causa da doença é desconhecida, mas alguns fatores podem predispor ao seu surgimento, como a herança genética. “Logo, se os pais ou parentes próximos são hipertensos, a pessoa tem muitas probabilidades de desenvolver a doença”. Não existe cura para a hipertensão arterial, porém o seu controle é bastante eficaz. O diagnóstico de hipertensão deve significar uma reformulação de certos hábitos de vida, que são os chamados tratamentos não farmacológicos e que envolvem o cuidado com a alimentação (com pouco sal e gordura), prática de exercícios físicos leves e freqüentes, suspensão do hábito de fumar e do abuso de bebidas alcoólicas, controle do estresse e manutenção do peso ideal. Entretanto, muitas vezes, somente essas medidas não são suficientes para o controle da hipertensão arterial e é necessário o uso de medicamentos prescritos por médicos.

"A LIGMED ADVERTE, CONSULTE SEMPRE O SEU MÉDICO"

Produtos para aferimento de pressão você encontra aqui:

http://www.ligmed.com.br/aparelhos-e-testes/aparelho-de-pressao.html

Fonte: http://revistacorpore.com.br/index.php/Saude/Controle-da-hipertensao-garante-qualidade-de-vida.html

0 Comments | Posted in News By Mauricio Carvalho

Controle da Diabetes

Para se evitar as complicações do diabete, devemos manter as taxas de açúcar no sangue o mais próximo possível do normal. Você pode estar sentindo-se bem, mesmo com as taxas elevadas de açúcar.

Por esta razão, é importante que você meça as taxas de glicose no sangue ou na urina nos horários que seu médico indicar.

Isso ajudará no ajuste da sua medicação, da dieta e dos exercícios, permitindo um controle melhor da doença.

Leia atentamente as instruções antes de começar a fazer os exames. Em caso de dúvidas, fale com seu médico.

Os valores das glicemias normais são

em jejum - até 110 mg%

após comer - até 160 mg%

Nos diabéticos controlados, a glicosúria e a cetonúria são sempre negativas.

1º) Na maior parte das pessoas só aparecerá açúcar na urina (glicosúria positiva), quando a glicemia for maior que 180 mg%.

2º) Glicosúrias positivas freqüentes são indicações de mau controle.

Fitas para medida de glicosúria e cetonúria

1º) Existem vários tipos de fitas que medem glicose na urina:

Glicofita, Keto-diastix, Diastix, Labstix, Bililabstix, Glokotest, Gluketur-test.

2º) Teoricamente elas são iguais. Na prática elas podem dar resultados um pouco diferentes.

3º) Para que o resultado seja confiável, é muito importante seguir o prazo de validade das fitas.

O prazo de validade sem abrir o frasco ou pacote vem marcado pelo fabricante. Após abrir o frasco é geralmente de 60 a 90 dias (veja a bula da fita em uso).

4º)Em termos de custo, o ideal é usar fitas que só meçam glicosúria (Glicofita, Diastix e Glukotest).

5º) Quando for importante dosar cetona e glicose na urina, usa-se fitas do tipo Keto-diastix e Gluketur.

6º) Para economizar, fitas em tira podem ser cortadas ao meio, com uma tesoura reta, mãos limpas sem tocar na sua área reagente (filtro).

Glicosúria: observações quanto à técnica de medição

1º) Não toque na área reagente da fita.

2º) Leio o resultado rigorosamente no tempo indicado.

3º) Quando estiver usando Glicofita, compare com a parte mais escura da fita.

A medida do açúcar na urina recém-formada pode ajudar, quando se quer ter uma idéia de como está a glicemia. Esvazie a bexiga, já que a urina pode estar acumulada há várias horas, não refletindo a glicemia atual. Na próxima vez que urinar, meça a glicosúria.

Medida de cetonúria (cetonas na urina)

1º) Cetonas podem aparecer na urina, quando se tem aumento importante da glicose sangüínea (geralmente, maiores que 250 mg%) ou glicosúria (maiores que + + +), longo jejum ou hipoglicemia.

Quando houver hiperglicemia com cetose (diabete descontrolado), temos glicosúria positiva e cetonúria positiva, além dos sinais de descontrole do diabete.

Na hipoglicemia a glicosúria é negativa e a cetonúria pode ser positiva, estando presentes também os sintomas de queda de açúcar.

Quando tiver:

a) glicosúria positiva + cetonúria positiva = falta insulina.

b) glicosúria negativa + cetonúria positiva = falta comida.

A cetona na urina (cetonúria) demora mais para desaparecer que a glicosúria, mesmo quando se faz o tratamento correto.

Medida de glicose no sangue (glicemia)

São feitas com fitas (Haemoglukotest, Glucostix e Glucofilm). Os testes são fáceis de fazer: com uso de aparelhos especiais (glicosímetros) ou sem aparelhos, comparando os valores obtidos com a escala de cores marcada no frasco.

Os aparelhos existentes hoje no mercado: Glucometer III (Ames) e Reflolux S (Boehringer) e outros fabricados no exterior, que começam a ser vendidos no Brasil, são de uso fácil e preço acessível.

Quando feitas com glicosímetros, os resultados são quase iguais aos obtidos em laboratórios, desde que a técnica de medida e a calibração do aparelho estejam corretas.

Os resultados das medidas com leitura visual (sem glicosímetros) são bem razoáveis, quando feitas por pessoas treinadas: sem problemas importantes da visão ou daltônicas.

Glicemia: observações quanto à técnica de medida

1) Como no caso das fitas de glicosúria, deve-se observar o prazo de validade das fitas e nunca usar fitas vencidas.

2) O tempo indicado pelo fabricante para colocação da gota de sangue na fita, e desta no aparelho, é muito importante para um resultado correto.

3) Deve-se colocar uma gota de sangue na fita, cobrindo por igual toda a área reagente da fita.

4) Para conseguir uma boa gota de sangue: lave as mãos com água quente, seque com uma toalha e fure o dedo com uma agulha de insulina ou com um dos picadores de dedo, existentes no mercado (Ames ou Boehringer ou BD). Tente picar no lado do dedo, pois dói menos.

5) Não use álcool para limpeza do dedo, antes da punção. Ele poderá alterar o resultado.

Horários ideais para as medidas de glicemia

A medida da glicemia dará a informação sobre o grau de controle do diabete, bem como sobre o resultado do tratamento utilizado. Quando estiver usando insulinas de ação intermediária (como por exemplo: NPH, lenta, Monotard), o melhor horário para medir o seu efeito máximo é de 8 a 12 horas após a aplicação de insulina.

Quando estiver usando insulina de ação rápida (como por exemplo: simples ou regular), o melhor horário para medir o seu efeito máximo é de 2 a 4 horas após a aplicação de insulina.

Os pacientes bem controlados podem medir sua glicemia 2 a 3 vezes por semana, antes das refeições em alguns dias, e pós-refeições em outros dias, controlando com a glicosúria (medida de glicose na urina) nos outros dias.

Em pacientes diabéticos instáveis, grávidas ou com infecção ou estresse grave, medidas mais freqüentes são necessárias.

O seu médico lhe indicará os melhores horários e tipos de exame para serem feitos no seu caso. Índice dos termos médicos: seu significado

Glicemia - medida de glicose (açúcar) no sangue.

Glicosímetro - aparelho portátil medidor de glicemia.

Glicosúria - medida de glicose na urina.

Cetonúria - medida de cetonas na urina.

Cetoacidose diabética - descompensação grave do diabete.

Edulcorantes - adoçantes dietéticos.

Hipoglicemia - queda dos valores de glicemia.

Coma hipoglicêmico - coma com grande queda da glicemia.

Glicofita - fita para medida de glicosúria.

Hipoglicemiantes orais - comprimidos para tratamento do diabete,

Insulina suína - insulina extraída do pâncreas do porco.

Insulina mista - insulina extraída do pâncreas do porco e do boi.

Descompensação do diabete - aumento das taxas de glicemia com aumento de sede, fome e do volume de urina, geralmente acompanhado de perda de peso e prostração.

Hemoglobina glicosilada - dosagem laboratorial que permite saber como esteve o controle do diabete nos últimos 60 dias.

"A LIGMED ADVERTE, CONSULTE SEMPRE O SEU MÉDICO"

Aparelhos Medição de Glicemia, você encontra aqui.

http://www.ligmed.com.br/diabetes/monitor-de-glicemia.html

Fonte: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/5199

0 Comments | Posted in Espaço do Diabético! By Mauricio Carvalho

Perigos da Automedicação!!

A automedicação é uma prática bastante difundida não apenas no Brasil, mas também em outros países. Em alguns países, com sistema de saúde pouco estruturado, a ida à farmácia representa a primeira opção procurada para resolver um problema de saúde, e a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem receita médica. Contudo, mesmo na maioria dos países industrializados, vários medicamentos de uso mais simples e comum estão disponíveis em farmácias, drogarias ou supermercados, e podem ser obtidos sem necessidade de receita médica (analgésicos, antitérmicos, etc).

Debate-se se certo nível de automedicação seria desejável, pois contribuiria para reduzir a utilização desnecessária de serviços de saúde. Afinal, dos 160 milhões de brasileiros, 120 não têm convênios para assistência à saúde.

A decisão de levar um medicamento da palma da mão ao estômago é exclusiva do paciente. A responsabilidade de fazê-lo depende, no entanto, de haver ou não respaldo dado pela opinião do médico ou de outro profissional de saúde.

Para encurtar os caminhos para a obtenção do alívio dos incômodos que o afligem, em inúmeras ocasiões, diante de quaisquer sintomas, especialmente os mais comuns como aqueles decorrentes de viroses banais, o brasileiro se vê, de pronto, impulsionado a utilizar os medicamentos populares para gripe, febre, dor de garganta, etc; ou a procurar inicialmente orientação leiga, seja dos amigos íntimos ou parentes mais experientes ou até mesmo do farmacêutico amigo, à busca de solução medicamentosa ("vou lá à farmácia do Sr. Paulo para tomar uma injeção para gripe"). A mídia televisiva e vários outros meios de comunicação e propaganda como o rádio ou "outdoors" insistem com seus apelos a estimular a todos a adotar tal postura, inserindo no final da propaganda a sua tradicional frase "persistindo os sintomas um médico deve ser consultado", como se isso os isentasse de toda e qualquer responsabilidade. Antes esta advertência do que nenhuma.

No Brasil, embora haja regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a venda e propaganda de medicamentos que possam ser adquiridos sem prescrição médica, não há regulamentação nem orientação para aqueles que os utilizam. O fato de se poder adquirir um medicamento sem prescrição não permite o indivíduo fazer uso indevido do mesmo, isto é, usá-lo por indicação própria, na dose que lhe convém e na hora que achar conveniente. Dados europeus indicam que, em média, 5,6 pessoas por farmácia e por semana fazem uso indevido de algum tipo de medicamento.

Em nosso país, a extensão da automedicação não é conhecida com precisão, mas apenas em caráter anedótico ou por meio de levantamentos parciais e limitados. A Pesquisa por Amostragem Domiciliar de 1998 do IBGE oferece alguns elementos de informação. Entre as pessoas que procuraram atendimento de saúde, cerca de 14% adquiriram medicamentos sem receita médica; percentual que parece muito subestimado, talvez em função da pesquisa não tiver sido desenhada com a finalidade de avaliar a automedicação.

As razões pelas quais as pessoas se automedicam são inúmeras. A propaganda desenfreada e massiva de determinados medicamentos contrasta com as tímidas campanhas que tentam esclarecer os perigos da automedicação. A dificuldade e o custo de se conseguir uma opinião médica, a limitação do poder prescritivo, restrito a poucos profissionais de saúde, o desespero e a angústia desencadeados por sintomas ou pela possibilidade de se adquirir uma doença, informações sobre medicamentos obtidos à boca pequena, na internet ou em outros meios de comunicação, a falta de regulamentação e fiscalização daqueles que vendem e a falta de programas educativos sobre os efeitos muitas vezes irreparáveis da automedicação, são alguns dos motivos que levam as pessoas a utilizarem medicamento mais próximo.

A associação de saúde como uso de medicamentos faz com que os pacientes abusem das drogas. Os profissionais da área de saúde devem orientar os pacientes e os seus familiares no sentido de evitar os abusos dos medicamentos ("overuse") pelos eventos adversos. Com o fator limitante do tempo, há uma deterioração nas consultas médicas e "não fazer" consome mais tempo que "fazer", isto é, não solicitar exames nem prescrever medicamentos de validade duvidosa obriga ao médico um esclarecimento a respeito da conduta expectante.

É necessário também voltar os olhos para o passado remoto e lembrar que à arte de curar juntam-se muitos outros ingredientes compostos por crenças e tradições populares que se confundem com as propriedades curativas de muitas plantas silvestres.

As plantas medicinais têm lugar garantido no "folclore" brasileiro. Quem não conhece a babosa, chá de quebra pedra, pata de vaca, chá de picão e extratos de outras numerosas plantas? O efeito da maioria delas é desprovido de qualquer fundamentação científica (evidências) e a sua manipulação por leigos pode comprometer a qualidade. Pretensiosamente pleiteiam uma vaga na chamada medicina alternativa (ou terapia não convencional).

Considerando-se que as doenças psicossomáticas têm grande prevalência, permite-se até admitir que as chances de erro ao trilhar por este comportamento são pequenas, alegando-se que os produtos disponibilizados, em sua maioria, não oferece grandes riscos. Contudo, os riscos existem e devem ser considerados. Produtos sem o devido controle de qualidade como prosaicos cosméticos aplicados sobre o couro cabeludo mostraram efeito teratogênico, devido a contaminação por chumbo.O uso tópico não é isento de efeitos indesejáveis. Cremes "rejuvenescedores", muito populares, podem causá-los, além de quase nunca cumprirem o prometido.

Recentemente, o misoprostol, de uso muito comum entre as mulheres brasileiras para a prática abortiva, chamou a atenção da comunidade científica internacional desde que se observou associar-se a malformações como a Síndrome de Möbius (malformação crânio-facial) e malformações de membros. Estas foram observadas nos filhos de pacientes que tiveram o abortamento frustrado com a utilização desta droga. Além dessas anormalidades, em um estudo colaborativo latino-americano de 4673 casos de malformações fetais (4980 controles), outras malformações foram atribuídas ao uso do misoprostol: artrogripose, hidrocefalia, holoprosencefalia e extrofia de bexiga.

O uso das isoflavonas é um exemplo atual da indicação imprópria e exagerada de agentes ditos "homeopáticos" ou "naturais". A partir de estudos que mostram uma menor sintomatologia de climatério em mulheres asiáticas atribuída ao consumo de soja, muitas mulheres começaram a utilizar comprimidos de soja sem controle de qualidade e sem supervisão médica. O uso indevido de isoflavonas, manipuladas de maneira no mínimo descontrolada, tem causado efeitos colaterais importantes e alterações discrásicas sangüíneas.

Além disso, recentes estudos mostram que uma série de substâncias ditas "inocentes", como cremes de ginseng, têm ação proliferativa endometrial, podendo levar a quadros hiperplásicos que algumas vezes podem representar lesões precursoras de adenocarcinoma.

A automedicação pode mascarar diagnósticos na fase inicial da doença. Exemplo marcante é no diagnóstico de apendicite aguda. O doente inicia com um quadro frusto, se automedica com antibióticos. Como conseqüência, a apendicite aguda em fase inicial, que se resolveria com uma apendicectomia tecnicamente fácil, pode evoluir para um quadro de peritonite grave com conseqüências às vezes funestas.

Do mesmo modo, neoplasias gástricas e intestinais podem ter diagnósticos mascarados e retardados pela melhora de sintomas promovida por bloqueadores de bomba de próton ou outros medicamentos que agem no tubo digestivo.

Outro exemplo relevante é o uso abusivo de antibióticos, sem qualquer critério. Além de freqüentemente ser desprovido de eficácia, pode facilitar o aparecimento de cêpas de microorganismos resistentes, com óbvias repercussões clínicas e prognosticas.

Embora deva ser veementemente combatida, não há nenhum gesto objetivo para o desestímulo à automedicação por parte das autoridades públicas no contexto nacional, o que faz pressupor não ser este assunto de relevância na visão dos órgãos responsáveis. Todavia, há que se louvar a atitude e o discernimento do Ministério da Saúde em decretar o controle de inúmeras drogas seguramente teratogênicas como a talidomida, a isotretionina e diversos quimioterápicos.

O problema é universal, antigo e de grandes proporções. A automedicação pode ser considerada uma forma de não adesão às orientações médicas e de saúde. Nesse sentido, Hipócrates já sentenciou: "Toda vez que um indivíduo diz que segue exatamente o que eu peço, está mentindo". Não há como acabar com a automedicação, talvez pela própria condição humana de testar e arriscar decisões. Há, contudo, meios para minimizá-la. Programas de orientação para profissionais de saúde, farmacêuticos, balconistas e população em geral, além do estímulo a fiscalização apropriada, são fundamentais nessa situação.

"A LIGMED ADVERTE CONSULTE SEMPRE O SEU MÉDICO E NUNCA SE AUTOMEDIQUE"

 Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302001000400001

0 Comments | Posted in News By Mauricio Carvalho

Olá LIGMED!

Drogaria LigMed, uma farmácia diferente que leva saúde para sua casa. A LigMed já é uma realidade em Goiânia e Brasília, pois inovou a sua forma de atendimento: sistema delivery. Implantado pela LigMed em 2004, esse novo modelo busca atender com total comodidade e segurança a entrega dos medicamentos para os nossos clientes em casa/trabalho. Assim atingimos nosso principal objetivo: surpreender positivamente nossos clientes. E acima de tudo, respeitando a prescrição médica.

Após 5 anos no mercado, a LigMed, farmácia delivery de: medicamentos e prescrição médica, dermo-cosméticos, oncologia, fertilidade, produtos dietéticos, aparelhos e medicamentos para diabetes, leites especiais e toda linha de consumidores desta classe de medicamentos.
 
Além de ser uma farmácia delivery, a LigMed conta com uma bela sede na Av. T-2 no Setor Bueno, uma filial na Rua 9-A no Setor Aeroporto em Goiânia além de uma moderníssima loja na W3 Sul Quadra 513 Bloco A Loja 41 em Brasília e disponibiliza ainda, um farmacêutico que oferece atendimento em horário integral de funcionamento da loja, onde os clientes contam com um ambiente agradável, climatizado, com cadeiras para aguardar atendimento e fila preferencial.
 
Nosso diferencial é o respeito à prescrição médica, o preço baixo, os grandes descontos e ainda os programas de fidelidade, fazendo com que o paciente não interrompa seu tratamento pelo fato de não poder comprar o produto mensalmente.
 
Por meio de custos mais acessíveis a LigMed desenvolve um papel estratégico voltado para o paciente, indústria e profissionais de saúde. O médico que se preocupa em evitar a falência terapêutica em seus pacientes, encontra na LigMed uma grande parceria, pois respeito ao receituário médico e às normas sanitárias é o nosso maior patrimônio.
 
A LigMed possui estoque climatizado, com respeito às normas sanitárias e ao processo de manuseio e temperaturas adequadas a cada produto, atendimento personalizado no balcão, que aliado ao tele-atendimento e tele-entrega em todo território Nacional, proporciona um serviço e pronta-entrega eficiente que sintetiza o espírito de comodidade que o consumidor busca para facilitar a sua vida.
 
Agora você nosso cliente pode contar com mais uma comodidade, em poder estar comprando pela Internet, sem burocracia e com a mesma comodidade de ter seu produto entregue em sua casa, via Sedex, E-Sedex e PAC.
 

“Respeito à Prescrição Médica, o nosso maior Patrimônio!”

4 Comments | Posted in News By Joe Blogs